Fim do ano de 2014, fim do dia. Compartilho aqui um propósito para 2015:
Um diário de desenho, um por dia, mostrando algo do dia, uma imagem, um
pensamento qualquer, até o último dia do ano. Conversei com alguns
colegas: Julio Tigre Tigre, Luciano Feijão, Lincoln Guimarães Dias,
propondo este desafio. Todos curtiram a idéia, será que conseguiremos?
Mas fica aqui o desafio e o convite a todos, vamos fazer? Por ora chamo
este projeto de "UM ANO DESENHADO" Bom, bom ano de 2015 para todos!
quarta-feira, 31 de dezembro de 2014
quarta-feira, 24 de dezembro de 2014
NATAL
Gostaria de desejar a todos os amigos Feliz Natal e um prospero ano Novo!
Sei que estou repetindo o que voces já ouviram ano passado e outros
anos. Não é verdade?: Mas que bom que isso permanece heim? Não fiz um
cartao, mas trago esta imagem que fiz de Medeiros Neto. Cidadezinha onde
cresci, até os 22 anos. Sabe aquele poema do Drummond, que fala de uma
cidadezinha do interior? algo como: uma rua passa devagar, um burro
passar devagar, devagar as janelas se olham... êta vida besta meu Deus?
Tem a ver. Essa pacata cidade tem muita poesia. Feliz Natal e bom ano de
2015 pra todos voces!!!!!!!!!!!!!!!!!!
segunda-feira, 20 de outubro de 2014
AQUARELAS AZUIS
Hoje, cinco pequenas aquarelas, dimensões 25x35cm.
1 - Aprendendo a construir casas, 2-desenho para uma parede branca, 3 - Faça uma frase neste momento, 4- Projeto para habitar um lugar, 5 -Para uma pessoa bonita. A todos com meu abraço.
1 - Aprendendo a construir casas, 2-desenho para uma parede branca, 3 - Faça uma frase neste momento, 4- Projeto para habitar um lugar, 5 -Para uma pessoa bonita. A todos com meu abraço.
quarta-feira, 15 de outubro de 2014
PAISAGEM SONORA
QUARTA FEIRA. PAISAGEM SONORA. Chove levemente. É de madrugada. Poucos
sons habitam esta hora da manhã. Escuto gotas d´água batendo sobre o
toldo e batente da janela. Foi assim que descobri a chuva desta manha.
Chuva discreta, chuva para dormi. Mas entre esses pontos de água, escuto
alguns cantos de pássaros cruzando o espaço, espaço ainda negro na
fímbria das horas. São bem-te-vis, coleiros, rolinhas e galos (da
madrugada), será que estou certo? Abro a janela e deixo esses sons
sobrenadarem aos meus ouvidos. Eles não se misturam, pelo contrário,
habitam o espaço tridimensionalmente, alguns muito próximos, outros
longe, alguns à esquerda, outros à direita, outros ao centro. Diria que
se tivesse uma mão borracha poderia tocá-los. Mais distante, escuto sons
de carros, silvos, chilreios e conjunto de canto de pássaros que não
sei identificar. São pontos, linhas, manchas, texturas sonoras que se
desenham como uma paisagem. Há algum tempo venho instituíndo em meus
cursos e oficinas de arte este exercício de escuta como exercício de
desenho. A proposta é mais ou menos assim: “Feche os olhos e veja. Feche
os olhos e desenhe. Quando você fica quieto qualquer ruído é
informação. Assim, de olhos fechados, desenhe os ruídos diversos que
ouvir. Perceba pontos, linhas, planos, manchas, texturas, cores, espaços
e risque. Procure não fazer linhas iguais, mas cada uma com uma pressão
da mão, cada uma em um lugar conforme os estímulos sonoros recebidos.
Conscientemente estabeleça diferentes traços, fortes, fracos, pesados,
leves, lentos, rápidos etc. E vamos criar assim uma espécie de paisagem
sonora. Chamaremos este exercício de percepção sonora gráfica visual ou,
simplesmente “paisagem sonora” (texto de sala de aula, Vitória –
30/11/12). Exercícios como este me fizeram interessar por esse tema
antigo e sempre presente na arte: a paisagem e acreditar que podemos
reiventá-la, o pequeno livro “A Invenção da Paisagem” traz meus
primeiros passos rumo a esta aventura.
"Uma viagem desenhada" livro de artista, grafite sobre papel, 30x50cm. 80 paginas, 2012
AGRADECIMENTO
AGRADECIMENTO. Bom dia! Gostaria de agradecer a cada um e a todos que
compareceram e aos que não puderam comparecer, pelas manifestações de
apreço, de apoio, abraços e cumprimentos por ocasição do lançamento do
livro "A Invenção da Paisagem" e do projeto de exposição itinerante
"Viajamos para viver" que percorrerá cinco cidade do Espírito Santo, a
saber: Ibiraçu, Santa Teresa, Viana, Cahoeiro de Itapemirim e Santa
Maria de Jetibá:
Anna Saiter, Pedro J. Nunes, Cida Ramaldes, Carla Borba, Tarsila Addileu, Julio Tigre Tigre, Daniel Eliziario, Sandro S. Novaes, Andrea Falqueto, Luisah, Gorete, Larissa, Felipe Machado Cardoso, Rosindo Torres, Michelle Camargo, Adriana, Beto, enfim a todos que compartilham comigo esta aventura, muito obrigado!FA. Uma viagem Desenhada, grafite sobre papel, livro de artista, 89 paginas, 30x50cm. (aberto), 2012
CONVITE -Lançamento de livro - A INVENÇÃO DA PAISAGEM: AMAZÔNIA
CONVITE -Lançamento de livro - A INVENÇÃO DA PAISAGEM: AMAZÔNIA e partida do projeto de Exposição itinerante da SECULT “Viajamos para viver”
DATA: 14/09 (DOMINGO) à partir das 15:00hs (até à noite)
LOCAL: atelier do Artista - Endereço: Rua Padre Antonio Ribeiro Pinto, 38 apto. 107-B, Praia do Suá. (Referência: é a rua do supermercado Extra Bom, no cruzamento da Av. Cesar Hilal com Leitão da Silva).
LOCAL: atelier do Artista - Endereço: Rua Padre Antonio Ribeiro Pinto, 38 apto. 107-B, Praia do Suá. (Referência: é a rua do supermercado Extra Bom, no cruzamento da Av. Cesar Hilal com Leitão da Silva).
Mais um livro no prelo, mais uma aventura verbo visual para, como anotou Darci Ribeiro falar comigo mesmo e falar com você que me lê. Nunca havia desenhado paisagem, mas assim que tracei as primeiras linhas, a paisagem é que começou a se desenhar. Depois de duas viagens à Manaus, a vontade de penetrar a Floresta Amazônica me levou a encarar esse tema: paisagem. Precisava de uma justificativa projetual, peguei carona na trilha dos artistas viajantes, escrevi à Marinha Brasileira e, assim me embarquei no Navio Hospital Carlos Chagas (NASH) com o propósito desenhar “os diversos cenários amazônicos. Como alguém que nunca havia desenhado paisagem poderia responder a esse desafio? Antes que alguém me apresente uma resposta de bolso (ou de orelha de livro), como artista, respondo à queima roupa: Desenhando. De Manaus à Porto Velho, treze dias navegando pelos Rios Negro e Madeira, grafite, papel e aquarela nas mãos; uma disciplina militar, um cenário grandioso, mas sobretudo a disponibilidade para ver, descobrir, se encantar. Abandonei a literatura e tratei de ver e estar na paisagem. Abandonei também a ideia de fazer arte. Assim, me vi tateando, escrevendo como quem desenha e desenhando como quem escreve. O resultado é uma série desenhos aquarelas e fotografias que fazem esta nova publicação: A INVENÇÃO DA PAISAGEM: AMAZONIA. O livro faz parte do projeto “Viajamos para viver” vencedor do edital de exposição itinerante da Secretaria de Estado de Cultura (Secult), que seguirá, à partir de 18 de setembro até fevereiro de 2015 pelas cidades de Ibiraçu, Santa Teresa, Viana, Cachoeiro de Itapemerim e Santa Maria de Jetibá. O livro é gratuito, as pessoas interessadas que não puderem comparecer ao lançamento poderão recebe-lo pelos correios, é só entrar em contato. ABC.
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